Por Jorge Guerra Fialho — Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho | Fialho Prevenção de Incêndio — Gramado, RS
Existe um padrão que se repete em quase todos os estabelecimentos que visito em Gramado, Canela e região.
Os extintores estão na parede. As etiquetas de inspeção estão em dia. O APPCI foi renovado no prazo.
E mesmo assim, quando faço uma pergunta simples — “quando foi a última vez que alguém verificou a pressão desse extintor?” — o silêncio responde por todos.
Não é negligência. É o modelo tradicional de manutenção que quase todo estabelecimento usa: chamar um técnico quando a vistoria do Corpo de Bombeiros se aproxima, resolver o que estiver fora do prazo e guardar os documentos até o ano seguinte.
Esse modelo tem um problema grave. Ele cuida do documento. Não cuida do equipamento.
O que acontece entre uma vistoria e outra
Um extintor de pó químico perde pressão gradualmente. Uma mangueira de hidrante resseca e racha por dentro sem que ninguém perceba. Uma luminária de emergência fica sem bateria após uma queda de energia e ninguém repõe.
Esses problemas não aparecem no papel. Aparecem quando o equipamento é acionado numa emergência — e não funciona.
O intervalo entre vistorias anuais é longo demais para garantir que os equipamentos estejam operacionais a qualquer momento. Doze meses é tempo suficiente para um extintor ir do estado perfeito ao estado inútil sem que ninguém note.
Por que trimestral e não semestral ou anual
A manutenção trimestral não é excesso de zelo. É o intervalo técnico que garante que nenhum equipamento fique mais de 90 dias sem verificação.
Na prática, isso significa que qualquer falha — perda de pressão, lacre rompido, sinalização danificada, iluminação sem carga — é identificada e corrigida antes de se tornar um risco real.
É também o intervalo que permite criar um histórico técnico consistente do estabelecimento, com registros de cada inspeção assinados por engenheiro habilitado. Esse histórico tem valor operacional e valor jurídico — especialmente em caso de sinistro ou autuação.
O que está incluído no contrato trimestral da Fialho Prevenção de Incêndio
Cada visita trimestral inclui:
Inspeção visual e verificação de pressão de todos os extintores
Verificação do estado das mangueiras e abrigos de hidrante
Teste das luminárias de emergência
Verificação das placas de sinalização fotoluminescente
Emissão de relatório técnico assinado por engenheiro habilitado, documentando o estado de cada sistema inspecionado e as recomendações de correção
O relatório é entregue após cada visita e fica disponível para apresentação ao Corpo de Bombeiros, seguradoras ou qualquer órgão fiscalizador.
Para quem é esse serviço
O contrato de manutenção preventiva trimestral é indicado para hotéis, pousadas, restaurantes, lojas e estabelecimentos comerciais em Gramado, Canela, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula, Três Coroas, Igrejinha, Taquara e região.
Se o seu estabelecimento tem APPCI aprovado e quer garantir que os equipamentos estejam sempre em condições reais de uso — não apenas na semana da vistoria — esse serviço foi desenvolvido para você.
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