Advogado: R$ 500/hora. Engenheiro de segurança: R$ 250/hora. O incêndio não avisa.

Por Jorge Guerra Fialho — Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho | Fialho Prevenção de Incêndio — Gramado, RS

Existe uma conta que poucos proprietários fazem antes de decidir não investir em segurança contra incêndio.

Não é uma conta complicada. Mas quando os números aparecem na ordem errada — depois de um incidente — ela dói muito mais do que qualquer investimento preventivo jamais doeria.

O raciocínio que parece fazer sentido — mas não faz

Quando apresento uma proposta de PPCI, manutenção preventiva ou treinamento de brigada para um proprietário, a objeção mais comum que ouço é sobre custo.

“Está caro.” “Vou ver se consigo mais barato.” “Por enquanto não tenho orçamento.”

É um raciocínio compreensível. Todo gestor precisa controlar custos.

O problema é que esse raciocínio compara o custo do investimento preventivo com zero — como se a alternativa fosse não gastar nada.

Não é.

A alternativa é gastar muito mais, no momento errado, sem nenhum controle sobre o valor.

Os números que ninguém coloca na ponta do lápis

Um advogado especializado em direito empresarial cobra entre R$ 300 e R$ 500 por hora — ou mais, dependendo da complexidade do caso e da região.

Um engenheiro de segurança contra incêndio cobra uma fração disso para elaborar um PPCI completo, realizar treinamentos de brigada e manter os equipamentos em dia ao longo do ano.

Mas a comparação real não é entre honorários de advogado e honorários de engenheiro.

A comparação real é entre o custo de prevenir e o custo de remediar.

Um incêndio em um hotel ou restaurante em Gramado e região pode gerar:

  • Processo criminal contra o proprietário por negligência — com honorários advocatícios que se estendem por anos
  • Ação civil movida por hóspedes, funcionários ou familiares de vítimas — com indenizações que podem comprometer o patrimônio pessoal do gestor
  • Autuação administrativa pelo Corpo de Bombeiros e órgãos fiscalizadores — com multas e interdição imediata
  • Perda total ou parcial do estabelecimento — com ou sem cobertura de seguro, dependendo se o PPCI estava em dia
  • Dano irreparável à reputação — especialmente grave num destino turístico como Gramado, onde a confiança do hóspede é o ativo mais valioso

Nenhum desses custos aparece no orçamento preventivo que o proprietário recusou.

O que o incêndio não respeita

O incêndio não avisa. Não agenda horário. Não respeita a semana da vistoria nem o mês em que o orçamento está apertado.

Ele acontece quando acontece — e o que determina as consequências é o que foi feito antes, não depois.

O proprietário que investiu no PPCI correto, manteve os equipamentos em dia e treinou a brigada tem instrumentos reais para agir nos primeiros segundos. E tem documentação que comprova que cumpriu sua obrigação legal — o que faz toda a diferença numa eventual investigação.

O proprietário que adiou o investimento não tem nenhum dos dois.

A conta que vale a pena fazer antes

Antes de recusar uma proposta de segurança contra incêndio por custo, vale fazer uma conta simples:

Quanto custaria uma semana de honorários advocatícios num processo criminal decorrente de um incêndio com vítimas no meu estabelecimento?

A resposta é quase sempre muito maior do que qualquer investimento preventivo que esteja sendo avaliado.

Segurança contra incêndio não é despesa. É o custo mais barato de um problema que você não quer ter.

Entre em contato

A Fialho Prevenção de Incêndio elabora e executa projetos completos de PPCI, realiza treinamentos de brigada de incêndio e oferece contratos de manutenção preventiva para hotéis, pousadas, restaurantes e estabelecimentos comerciais em Gramado, Canela, Nova Petrópolis, São Francisco de Paula, Três Coroas, Igrejinha, Taquara e região.

Entre em contato pelo WhatsApp (54) 98115-9229 ou pelo e-mail jorge@fialhoppci.com.br.

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